
Título: Historia Da Loucura
Autor: Michel Foucault
Sinopse: Realizar a arqueologia do domínio da desrazão e narrar, de forma crítica, as mudanças de estatuto dos loucos na sociedade desde a Idade Média, para explicitar como operam as técnicas de exclusão fazem desta uma obra de atualidade indiscutível. Pois não foi a medicina quem definiu as fronteiras entre a razão e a loucura, embora os médicos tenham se encarregado de vigiar essa fronteira há já dois séculos, afixando-lhe o rótulo “doença mental”, indicação que vale como interdição e maldição. Esta edição, revista aumentada do livro, inclui réplica a Jacques Derrida às críticas que este fizera ao seu conteúdo. Ao traçar uma história dos limites “pelos quais uma cultura rejeita algo que será para ela o Exterior”, o autor põe em questão a racionalidade e, assim, os próprios fundamentos de nossa época. Crítico da razão ensimesmada e da loucura encarcerada, este clássico da filosofia moderna mantém-se tão vivo quanto a controvérsia que desencadeou.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Historia Da Loucura”, de Michel Foucault, publicado pela editora Perspectiva, em 2019 e com 688 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Perspectiva
Páginas: 688
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527311658
ISBN13: 9788527311656
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,890
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 4,70
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
