
Título: História da Maconha no Brasil
Autor: França Carvalho
Sinopse: A discussão sobre a presença e a criminalização da Cannabis sativa na sociedade ocidental é antiga. Muito se fala sobre a maconha, mas pouco é o conhecimento sobre sua história e seus impactos sociais em nosso meio. Quem foram os primeiros a terem contato com a Cannabis no Brasil? Quais usos ela já teve? Quais discussões já foram feitas sobre o tema? O que ela representa nos dias atuais? História da maconha no Brasil nos faz refletir sobre essas questões com o auxílio de embasamento teórico apoiado em fatos históricos. Jean Marcel Carvalho França nos leva à compreensão de como o canabismo foi incorporado em nossa sociedade ao longo dos anos, para além de uma análise focada apenas em seus benefícios ou malefícios. A partir de estudos que traçam desde as documentações mais antigas sobre o tema, o autor organiza em cinco capítulos o percurso histórico da maconha, desde sua origem até a contemporaneidade.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “História da Maconha no Brasil”, de França Carvalho, publicado pela editora Jandaíra, em 2022 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Jandaíra
Páginas: 168
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6587113850
ISBN13: 9786587113852
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Jandaíra apresentam um diálogo constante com temas sociais urgentes, especialmente relacionados a questões raciais, feminismos dissidentes e educação antirracista. A leitura costuma ser marcada por uma escrita que combina rigor acadêmico e sensibilidade narrativa, com obras que transitam entre o ensaio, depoimentos autobiográficos e literatura infantil ou juvenil. O catálogo revela uma atenção especial a vozes marginalizadas, como mulheres negras, indígenas e grupos LGBTQIA+, sempre com um tom que convida à reflexão crítica e à transformação social. Além disso, há um interesse notável por temas contemporâneos como políticas públicas, empreendedorismo social e meio ambiente, apresentados com linguagem acessível e exemplos concretos.
