
Título: História da Revolução Francesa
Autor: Jules Michelet
Sinopse: Escrita entre 1846 e 1853, esta é a mais famosa História da Revolução Francesa, e também a obra central da vida de Jules Michelet, o livro que melhor documenta o que foi a historiografia romântica do século XIX. Michelet foi um dos primeiros historiadores a se interessar por temas da vida cotidiana, que até então eram considerados menores, indignos da narração histórica, que (pensava-se) devia concentrar-se nos grandes fatos e nos feitos de personagens ilustres. Ora, se Michelet valoriza a Revolução Francesa como ninguém antes dele, é porque seu herói não é este ou aquele indivíduo (La Fayette, Danton, Robespierre), mas uma personagem coletiva, anônima: o povo.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “História da Revolução Francesa”, de Jules Michelet, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1989 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 432
Ano: 1989
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571640572
ISBN13: 9788571640573
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,516
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
