
Título: História da vida privada #1
Autor: Georges Duby
Sinopse: Prefaciado pelo historiador francês Georges Duby, que dirige a coleção ao lado de Philippe Ariès, este primeiro volume cobre um período de cerca de oito séculos, do declínio do Império Romano à Alta Idade Média ocidental e à Bizâncio dos séculos X e XI. O livro reúne ensaios de renomados especialistas, entre eles Michel Rouche e Paul Veyne (também organizador do volume e autor do texto de introdução), que examinam a vida cotidiana de cidadãos e escravos, senhores e servos - sua sexualidade, o casamento, a família, as diversas formas de moradia, as atitudes religiosas e as práticas funerárias. Acrescidos de ilustrações, os textos compõem em seu conjunto um fascinante panorama do aparecimento e das transformações da esfera privada, dando um quadro dos comportamentos individuias e sociais no período abordado. Completam a obra uma extensa bibliografia e um índice remissivo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “História da vida privada #1”, de Georges Duby, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1989 e com 640 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 640
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
