
Título: História De Uma Linha
Autor: Silvana Beraldo Massera
Sinopse: História de uma linha apresenta o intervalo de um dia da irreverente personagem linha. A autora aproveita as características desse elemento essencial para explorar o impulso de ir para diferentes lugares, se incorporar a outros objetos e estruturas, aparecer aqui e ali modificada e transformada e também modificar e transformar tudo o que está ao seu redor, o que acaba por definir uma bela metáfora de liberdade. O livro foi escolhido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) para o Catálogo de Bolonha 2016 e as belíssimas ilustrações de Silvia Amstalden renderam ao livro o Prêmio Miolo(s) de ilustração em 2015. Acervo básico da FNLIJ.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “História De Uma Linha”, de Silvana Beraldo Massera, publicado pela editora Editora Quatro Cantos, em 1900 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora Quatro Cantos
Páginas: 32
Ano: 1900
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8565850234
ISBN13: 9788565850230
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,308
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 27,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Quatro Cantos costumam transportar o leitor para universos narrativos marcados por histórias que exploram relações humanas profundas e contextos históricos ou sociais específicos. A experiência de leitura varia entre o ritmo mais contemplativo de narrativas poéticas e a tensão crescente de aventuras juvenis, sempre com atenção aos detalhes que constroem atmosferas sensíveis e envolventes. O catálogo indica uma preocupação com personagens que enfrentam conflitos internos, sejam medos infantis, desafios culturais ou dilemas éticos, frequentemente apresentados em cenários que vão desde pequenas cidades nos Estados Unidos até aldeias indígenas brasileiras. A linguagem se mostra acessível, mas sem abrir mão de nuances que enriquecem a imersão, e há uma presença marcante de obras que dialogam com a infância e a juventude, tanto em forma de poesia quanto de narrativa ficcional.
