
Título: HISTÓRIA DO BRASIL - VERDADES E MENTIRAS
Autor: Portela Fernando
Sinopse: Éramos crianças, ou ingênuos adolescentes, e nos disseram que o Brasil foi descoberto por um português chamado Pedro Álvares Cabral. Você ainda acredita nisso ? Rendemos homenagens, com feriado e tudo, aos libertadores da Inconfidência Mineira, um grupo de elite. E os movimentos populares da Revolução Pernambucana e da Conjuração Baiana, por que foram omitidos? Tomamos da Bolívia um estado inteiro, matando milhares de índios. Você já se perguntou por que ninguém costuma tocar no assunto “Acre”? A Companhia das Índias, charmosa e progressista, ganhava dinheiro traficando escravos. E seus donos, os holandeses, proibiam contatos íntimos com negros. Por que não nos contaram? Os “heroicos” bandeirantes só usaram botas e chapéus nas suas próprias estátuas: andavam trapentos e descalços. Psicopatas, gostavam mesmo era de matar índios. Mas esqueceram de nos falar desses detalhes. Etc., etc., etc.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “HISTÓRIA DO BRASIL – VERDADES E MENTIRAS”, de Portela Fernando, publicado pela editora Editora Cintra, em 2020 e com 126 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Editora Cintra
Páginas: 126
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6500121368
ISBN13: 9786500121360
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,209
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Cintra convidam o leitor a navegar entre narrativas que exploram tanto o universo da infância, com aventuras que misturam curiosidade científica e descobertas, quanto temas culturais e sociais profundos, especialmente ligados a povos indígenas e suas histórias. O catálogo apresenta obras que transitam entre o memorialismo, a ficção histórica e o ensaio, muitas vezes com um tom didático e reflexivo, sem perder a leveza da narrativa. Há uma atenção clara para a oralidade e a preservação cultural, em contraponto a histórias que abordam conflitos pessoais e coletivos, em ambientes que vão do Brasil colonial a paisagens naturais como o Pantanal. Essa diversidade sugere que o leitor pode esperar uma experiência de leitura que combina ritmo acessível com conteúdos que estimulam a reflexão sobre identidade, memória e ciência.
