
Título: História do Mal de Alzheimer
Autor: Matteo Borri
Sinopse: Em 1906, o médico alemão Aloysius “Alois” Alzheimer descreveu um processo de degeneração celular nunca antes observado. Em 1910, para a oitava edição de seu manual de psiquiatria, Emil Kraepelin criou a expressão Alzheimerische Krankheit (doença de Alzheimer), denominando, assim, uma patologia destinada a tornar-se famosa. No entanto, o que realmente Alzheimer tinha observado? Tratava-se de fato de uma doença? Este livro percorre a história das pesquisas sobre o mal de Alzheimer desde o primeiro caso clínico até sua atual definição internacional. A análise histórica mostra ao leitor como já eram conhecidas pela comunidade científica europeia das primeiras décadas do século XX muitas das perguntas que ainda hoje orientam a pesquisa médica.
Contexto da obra
Na área médica, obras como esta geralmente circulam em contextos de estudo, atualização e apoio técnico. “História do Mal de Alzheimer”, de Matteo Borri, publicado pela editora Edições Loyola, em 2015 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Medicina. Na prática, esse contexto ajuda a perceber melhor o valor do livro para estudo, revisão e atualização na área.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 192
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 851504269X
ISBN13: 9788515042692
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,233
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
