
Título: História e comunicação na nova ordem internacional
Autor: Maximiliano Martin Vicente
Sinopse: O livro estabelece pontos de encontro entre a História e a Comunicação, analisando a trajetória recente dessas duas áreas no intuito de identificar suas possibilidades de convergência. Indica também, por outro lado, a necessidade de se atentar para as diferenças entre ambas, sem que isso represente, necessariamente, um antagonismo irreversível. Privilegiando a História do Tempo Presente e as Teorias da Comunicação, o livro salienta a importância do diálogo entre historiadores e teóricos da comunicação. Segundo o autor, as duas áreas podem contribuir à sociedade como ferramentas de desconstrução de discursos, idéias e versões. Por meio de um estudo de caso - os atentados de 11 de setembro, noticiados pelos periódicos Veja e Le Monde Diplomatique - sua pesquisa evidencia a importância de alguns procedimentos usados na comunicação para a História do Tempo Presente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “História e comunicação na nova ordem internacional”, de Maximiliano Martin Vicente, publicado pela editora SciELO, em 2009 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SciELO
Páginas: 216
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Scielo oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas ligados às ciências humanas, sociais e da saúde. As obras costumam apresentar análises detalhadas de contextos sociais, culturais e profissionais, com foco em estudos de casos, pesquisas empíricas e reflexões críticas. O tom varia entre o informativo e o reflexivo, privilegiando uma linguagem que dialoga tanto com leitores especializados quanto com públicos interessados em compreender questões contemporâneas. O catálogo revela um equilíbrio entre abordagens mais narrativas, como relatos históricos e etnográficos, e textos mais analíticos, que problematizam práticas e políticas públicas.
