
Título: Histórias Curtas e Birutas
Autor: Sylvia Orthof
Sinopse: Três são as Histórias curtas e birutas, de Sylvia Orthof. Tanto o título do livro quanto os das histórias antecipam o conteúdo e convidam a criança a entrar em um mundo mágico e lúdico. Na primeira história, a “Bruxa Uxa e o elefantinhozinhozinhozinho”, a escolha das palavras que compõem o título já contrapõe o mundo das crianças ao dos adultos. Em “Tato, o pintor de palhaços” , a palavra “palhaço” abre o mundo mágico do circo e da fantasia. Por fim, em “Vovô General e Vovó Vedete”, a distância entre as duas realidades – a do general e a da vedete – também acessa um mundo mágico, onde tudo é possível. A escritora, com muita imaginação, humor e crítica, permite que a criança, experimentando outras situações – como brincar com bruxas, com animais que falam e se transformam, com vovôs e vovós diferentes -, interaja com o texto e, ao voltar ao real, encontre possibilidades de interação como seu próprio mundo, como seu cotidiano.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Histórias Curtas e Birutas”, de Sylvia Orthof, publicado pela editora Global Editora, em 2009 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852601367X
ISBN13: 9788526013674
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
