
Título: Ho-Ba-La-La: A Procura de Joao Gilberto
Autor: Marc Fischer
Sinopse: Quando Ho-ba-la-lá foi lançado na Alemanha, em 2011, toda a grande imprensa do país deu ampla divulgação a um livro que, a um brasileiro, pareceria a coisa mais supérflua ou descabida do mundo: um alemão escrevendo sobre João Gilberto e a Bossa Nova. Não é bem assim. Jornalista e escritor, Fischer apaixonou-se por João Gilberto e pela Bossa Nova da maneira mais improvável: um amigo japonês mostrou-lhe a gravação de 1959 de “Ho-ba-la-lá”. O resultado foi amor à primeira audição, lançando-o numa empreitada de difícil realização: ir ao Rio de Janeiro para tentar encontrar João Gilberto e, não bastasse isso, convencê-lo a tocar “Ho-ba-la-lá” num violãozinho centenário. Em sua busca por João Gilberto, narrada à moda de uma história detetivesca, Marc Fischer entrevistou nomes importantes da MPB, como Roberto Menescal, João Donato e Marcos Valle, e conversou com a cantora Miúcha (ex-mulher de João), com a jornalista Claudia Faissol (com quem João tem uma filha) e até com o cozinheiro de um restaurante carioca que preparava um dos pratos preferidos do gênio da Bossa Nova.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “Ho-Ba-La-La: A Procura de Joao Gilberto”, de Marc Fischer, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2011 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 184
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535920110
ISBN13: 9788535920116
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,274
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
