
Título: Holy Sci-Fi!: Where Science Fiction and Religion Intersect
Autor: Paul J Nahin
Sinopse: Can a computer have a soul? Are religion and science mutually exclusive? Is there really such a thing as free will? If you could time travel to visit Jesus, would you (and should you)? For hundreds of years, philosophers, scientists and science fiction writers have pondered these questions and many more. In Holy Sci-Fi!, popular writer Paul Nahin explores the fertile and sometimes uneasy relationship between science fiction and religion. With a scope spanning the history of religion, philosophy and literature, Nahin follows religious themes in science fiction from Feynman to Foucault and from Asimov to Aristotle. An intriguing journey through popular and well-loved books and stories, Holy Sci-Fi! shows how sci-fi has informed humanity's attitudes towards our faiths, our future and ourselves.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Holy Sci-Fi!: Where Science Fiction and Religion Intersect”, de Paul J Nahin, publicado pela editora Not Avail, em 2014 e com 235 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Not Avail
Páginas: 235
Ano: 2014
Edição: 2014
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781493906185
ISBN13: 9781493906185
Sobre a editora
Os livros da editora Not Avail revelam um interesse por temas densos e variados, que transitam entre a ficção especulativa com tons de horror e fantasia e obras de caráter técnico e acadêmico, como estudos sobre bancos de dados temporais e análises políticas. A experiência de leitura é marcada por narrativas que ora exploram conflitos históricos e sociais, ora se aprofundam em temas científicos e jurídicos, com linguagem que pode variar do ensaístico ao didático. O catálogo sugere uma preferência por textos que desafiam o leitor a refletir sobre sistemas complexos, sejam eles políticos, tecnológicos ou culturais, com ritmos que vão do expositivo ao narrativo, conforme o enfoque.
