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Homem Comum Enfim

Título: Homem Comum Enfim

Autor: Anthony Burgess

Sinopse: Sem James Joyce a literatura contemporânea não teria tido sobrevida; sem James Joyce a literatura moderna não teria tido vida. Verdade ou mentira, o irlandês James Joyce é sinônimo de revolução, tal como seu provável modelo, o poeta francês Stéphane Mallarmé. Joyce é mito, "monstro da literatura": louco, ilegível, gênio.O romancista e ensaísta Anthony Burgess, autor de A laranja mecânica, conviveu quase meio século com a obra de James Joyce, e neste livro resgata o gênio, vislumbrando nele, enfim, a vida do homem comum. No prefácio ao livro, Burgess escreve: "A aparente dificuldade faz parte da grande anedota de Joyce; tudo o que é profundo é em geral expresso em sonoros termos de Dublin; os heróis de Joyce são homens humildes. Se alguma vez houve um grande escritor popular, Joyce foi este escritor".

Contexto da obra

Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Homem Comum Enfim”, de Anthony Burgess, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1994 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 304

Ano: 1994

Edição: undefined

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8571644187

ISBN13: 9788571644182

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,363
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,60

Sobre o autor

A leitura dos livros de Anthony Burgess é uma experiência que combina energia e inventividade linguística com uma tensão constante entre ordem e caos. Seus textos frequentemente mergulham em universos distópicos onde a violência e o controle estatal se chocam com a liberdade individual, criando atmosferas densas e perturbadoras. A prosa pode alternar entre o brilhantemente elaborado e o direto, com diálogos e narrativas que desafiam o leitor a decifrar códigos e gírias próprias, especialmente quando o foco recai sobre personagens jovens e rebeldes. Além disso, há uma presença marcante do humor ácido e da ironia, que se entrelaçam com reflexões filosóficas e sociais. Essa combinação faz com que a leitura seja tanto um exercício intelectual quanto uma imersão em histórias que questionam os limites da moralidade e da identidade.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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