
Título: HOMEM QUE COMEU O 747 , O
Autor: BEN SHERWOOD
Sinopse: J. J. Smith foi guardião do Livro dos Recordes por catorze anos. Passou parte da vida autenticando a grandeza, peneirando as pretensões extravagantes dos mais altos, baixos, rápidos - todos em busca de reconhecimento. Sua especialidade era o superlativo, mas a história que mais lhe chamou a atenção não tem registro em nenhum lugar e não está em nenhum livro, ou melhor, está neste aqui. Foi a mais incrível tentativa de estabelecimento de um recorde já realizada e fez com que J. J. percebesse que as maravilhas do mundo nem sempre podiam ser medidas. Trata-se do maior amor de todos os tempos, e será contada por Ben Sherwood, tendo como protagonista o guardião, narrador do prefácio e do posfácio.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “HOMEM QUE COMEU O 747 , O”, de BEN SHERWOOD, publicado pela editora ROCCO, em 2011 e com 212 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: ROCCO
Páginas: 212
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532513131
ISBN13: 9788532513137
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
