
Título: Homem Que Ouve Cavalos
Autor: Monty Roberts
Sinopse: "Única e inspiradora, O Homem que Ouve Cavalos tem uma mensagem bem maior do que sua simples aplicação aos animais. Ela também pode mudar a sua vida. O dom inigualável de Monty Roberts para lidar com cavalos fez dele um mestre na utilização da linguagem na comunicação, chamada por ele de “Equus”. A obra O Homem que Ouve Cavalos ficou por mais de um ano na lista dos dez best-sellers nos EUA e na Inglaterra, segundo a revista Publishers Weekly. Roberts utiliza métodos revolucionários de comunicação, os quais já empregou em mais de 3.000 animais, ao longo de mais de 40 anos de trabalho. O amor pelos cavalos, que considera irmãos, e seu aguçado senso de observação fizeram dele um pioneiro na comunicação. Descobriu que é a égua mais velha que traça os itinerários e castiga os potros mais rebeldes. Enquanto que o papel dos garanhões é apenas cuidar dos seus haréns e vigiar os animais predadores."
Contexto da obra
Na área de Animais de Estimação e Pets, obras como esta costumam interessar pela utilidade e pelo vínculo afetivo com o tema. “Homem Que Ouve Cavalos”, de Monty Roberts, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 2001 e com 350 páginas, integra a categoria Livros de Animais de Estimação e Pets. Por isso, a utilidade da obra tende a aparecer quando o leitor a lê em relação direta com a experiência de cuidar.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 350
Ano: 2001
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528608018
ISBN13: 9788528608014
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,500
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
