
Título: Homens abaixo de árvores
Autor: Carlos Böhm
Sinopse: Míchkin e Vladmir são dois sem teto que vivem na Rua das Ilusões e descobrirão um grande segredo que poderá mudar suas vidas. Buscam dignidade em meio a uma vida sofrida, um país de homens e mulheres iludidos e um mundo de crises. O enredo é costurado por outros personagens que relatam a dor e a esperança da vida nas ruas, como o mendigo alcoólatra João Moleza, o louco errante Domingos e o ex-presidiário Coceira. Respiram, com feridas e sorrisos, entre uma briga e outra, garrafas em punho, no afã por dias melhores. O humor e a angústia fazem parte desta narrativa simples, convidativa, que evolui com viradas inesperadas. O texto é forte e conciso, tão fluido como as lágrimas daqueles que sofrem no concreto da cidade. Homens abaixo de árvores forma um sopro de esperança para dias de ganância e injustiça. É o terceiro romance de Carlos Böhm, lançado simultaneamente em todos os países de língua portuguesa em formato impresso e digital. É um livro de leitura fácil, que educa enquanto entretém.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Homens abaixo de árvores”, de Carlos Böhm, publicado pela editora Chiado, em 2015 e com 98 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Chiado
Páginas: 98
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895136382
ISBN13: 9789895136384
Sobre a editora
Os livros da editora Chiado apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com forte presença de histórias que exploram emoções humanas intensas e dilemas pessoais. O catálogo revela obras que vão do erótico explícito a relatos de conflitos familiares e existenciais, passando por tramas que envolvem mistério, fantasia e reflexões filosóficas. Muitas histórias se desenrolam em cenários urbanos brasileiros, enquanto outras se aventuram em reinos imaginários ou dimensões paralelas, mostrando uma diversidade de ambientações. A linguagem varia do poético e introspectivo ao direto e cru, com ritmo que ora se concentra na tensão dramática, ora privilegia a fluidez de crônicas e contos curtos. Essa pluralidade sugere que o leitor encontrará tanto textos mais densos e reflexivos quanto leituras ágeis e envolventes.
