
Título: How (Not) to Be Secular: Reading Charles Taylor
Autor: James K. A. Smith
Sinopse: How (Not) to Be Secular is what Jamie Smith calls your hitchhikers guide to the present -- it is both a reading guide to Charles Taylors monumental work A Secular Age and philosophical guidance on how we might learn to live in our times. Taylors landmark book A Secular Age (2007) provides a monumental, incisive analysis of what it means to live in the post-Christian present -- a pluralist world of competing beliefs and growing unbelief. Jamie Smiths book is a compact field guide to Taylors insightful study of the secular, making that very significant but daunting work accessible to a wide array of readers. Even more, though, Smiths How (Not) to Be Secular is a practical philosophical guidebook, a kind of how-to manual on how to live in our secular age. It ultimately offers us an adventure in self-understanding and maps out a way to get our bearings in todays secular culture, no matter who we are -- whether believers or skeptics, devout or doubting, self-assured or puzzled and confused. This is a book for any thinking person to chew on.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How (Not) to Be Secular: Reading Charles Taylor”, de James K. A. Smith, publicado pela editora William B. Eerdmans Publishing Company, em 2014 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: William B. Eerdmans Publishing Company
Páginas: 148
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0802867618
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora William B. Eerdmans Publishing Company oferecem uma leitura que combina rigor acadêmico com uma abordagem acessível à religião, teologia e filosofia cristã. O catálogo privilegia obras que exploram desde estudos históricos sobre figuras e doutrinas cristãs até análises contemporâneas da Bíblia e sua interpretação, frequentemente com foco em temas como a divindade de Jesus, o papel da Escritura e a prática da fé. A experiência de leitura costuma envolver reflexões profundas, com um ritmo que varia entre o expositivo e o devocional, contemplando tanto debates teológicos densos quanto abordagens práticas para a espiritualidade. As sinopses sugerem uma atenção especial à historicidade, à hermenêutica e à aplicação do pensamento cristão em contextos atuais, o que pode ser percebido em obras que discutem desde a antiguidade da igreja até a filosofia cristã moderna.
