
Título: How Not to Run for President
Autor: Catherine Clark
Sinopse: "Humorous dialogue, smart pacing and some dirty politics make for an engaging read. With an election around the corner, this isn’t a bad way for young readers to view the political arena."—Kirkus Reviews When the middle school band is called to play for a presidential campaign rally, Aidan is right there with his clarinet, just in time to save the candidate’s life. Interviewed by the media, he speaks up in favor of the need to save jobs—like his mom’s, for instance. Even though he’s in the middle of Little League season, for pete’s sake, the candidate convinces him to join her tour of the midwest. Problem 1: The candidate’s daughter HATES Aidan. Problem 2: What do you do when your whole life has been turned upside down and you can’t get away from the media? Problem 3: What’s a red-blooded American boy to do when he’s asked to play the clarinet on national TV and the local bully back home is giving interviews saying Aidan’s the nerd of the century?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How Not to Run for President”, de Catherine Clark, publicado pela editora EgmontUSA, em 2012 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EgmontUSA
Páginas: 240
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1606841017
ISBN13: 9781606841013
Sobre a editora
Os livros da editora Egmontusa trazem narrativas que transitam entre o fantástico e o real com intensidade. Muitas histórias exploram conflitos pessoais profundos, como lutas internas, segredos familiares e crises de identidade, frequentemente ambientadas em mundos que misturam o cotidiano com elementos sobrenaturais ou distópicos. O ritmo varia bastante: há desde aventuras aceleradas, com tensão e ação, até relatos mais introspectivos, que convidam à reflexão sobre relações humanas e desafios emocionais. O catálogo sugere uma pluralidade de vozes jovens, com protagonistas adolescentes ou pré-adolescentes enfrentando dilemas que os levam a escolhas difíceis, seja em universos de fantasia, cenários pós-apocalípticos ou realidades contemporâneas marcadas por perdas e descobertas.
