
Título: How Philosophers Saved Myths
Autor: Autor Desconhecido
Sinopse: This study explains how the myths of Greece and Rome were transmitted from antiquity to the Renaissance. Luc Brisson argues that philosophy was ironically responsible for saving myth from historical annihilation. Although philosophy was initially critical of myth because it could not be declared true or false and because it was inferior to argumentation, mythology was progressively reincorporated into philosophy through allegorical exegesis. Brisson shows to what degree allegory was employed among philosophers and how it enabled myth to take on a number of different interpretive systems throughout the centuries: moral, physical, psychological, political, and even metaphysical. How Philosophers Saved Myths also describes how, during the first years of the modern era, allegory followed a more religious path, which was to assume a larger role in Neoplatonism. Ultimately, Brisson explains how this embrace of myth was carried forward by Byzantine thinkers and artists throughout the Middle Ages and Renaissance; after the triumph of Chistianity, Brisson argues, myths no longer had to agree with just history and philosophy but the dogmas of the Church as well.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How Philosophers Saved Myths”, de Autor Desconhecido, publicado pela editora University of Chicago Press, em 2004 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: University of Chicago Press
Páginas: 224
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0226075370
ISBN13: 9780226075372
Sobre a editora
Os livros da editora University of Chicago Press oferecem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual e narrativa acessível, transitando entre temas como história da ciência, filosofia, literatura clássica e ciências sociais. As obras frequentemente exploram processos históricos complexos, como a evolução da linguagem científica ou debates filosóficos, com um tom que varia do didático ao ensaístico, mantendo clareza e profundidade. O catálogo revela também interesse por estudos culturais e sociais detalhados, como etnografias contemporâneas e análises de identidades de gênero, além de textos que dialogam com tradições filosóficas e literárias antigas. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma narrativa envolvente, enquanto outras adotam um estilo mais reflexivo e analítico, sugerindo uma diversidade que vai do relato histórico à investigação crítica.
