
Título: How to be a Christian Without Being Religious
Autor: Fritz Ridenour
Sinopse: NOTE: There is only one version of this text and it is Adult version.
Since the days of the early church, Christians have struggled to find a way to be "good"--to please God by their own efforts. They end up carrying a burden God never intended them to bear. And what's more, their brand of Christianity ends up looking like any other religion of the world--bound by joyless rules and rituals. Fritz Ridenour's study of the book of Romans provides an antidote to the pharisaical spirit and shows that Christianity is not a religion but a relationship. It is not people reaching up, but God reaching down. All Christians can enjoy their birthright when they realize who they are in Christ. The result is a life full of hope, joy, power, and potential.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “How to be a Christian Without Being Religious”, de Fritz Ridenour, publicado pela editora Bethany House Publishers, em 2002 e com 164 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Bethany House Publishers
Páginas: 164
Ano: 2002-06-06
Edição: Illustrated
Linguagem: en
ISBN: 0764215639
ISBN13: 9780764215636
Sobre a editora
Os livros da editora Bethany House Publishers costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por histórias que exploram a fé em meio a desafios pessoais e comunitários. As narrativas frequentemente se desenrolam em cenários históricos ou contemporâneos, onde personagens enfrentam dilemas morais, conflitos internos e situações de perigo, sempre com um tom que mistura suspense, romance e espiritualidade. O catálogo indica uma predileção por tramas que unem a jornada pessoal de crescimento com a busca por significado e esperança, muitas vezes envolvendo orações, reflexões devocionais e valores cristãos. A linguagem tende a ser acessível e envolvente, com ritmo que varia entre momentos de tensão e introspecção, adequado para leitores que apreciam histórias que combinam emoção e reflexão.
