
Título: How to be alone: Essays
Autor: Jonathan Franzen
Sinopse: I feel really bad for calling it that (and sort of silly for even writing this blog post in the first place) but that’s really the most acute way I’d describe it. Despite the controversy surrounding his Harper’s articles, they don’t pack the same ideological punch anymore. If his concerns about mass/televised media seemed overwrought at the time, the media has expanded and worsened to substantiate his fears. His best essay in the collection, about his father’s worsening condition near death, happens to be the first one. Maybe my expectations were malformed as a result. Or maybe it’s that Franzen’s strains of thought have won out, placing me under the same cultural/ideological set of assumptions as him. I just couldn’t shake the feeling - all throughout the book - that the sun of that first essay had set; that the light outside had dimmed with nightfall; and that the once-window had become a mirror, reflecting insubstantial images of indoors, leaving me only to gaze upon myself.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How to be alone: Essays”, de Jonathan Franzen, publicado pela editora Farrar, Straus and Giroux, em 2002 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Farrar, Straus and Giroux
Páginas: 288
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0374173273
ISBN13: 9780374173272
Sobre a editora
Os livros da editora Farrar, Straus and Giroux costumam oferecer uma experiência de leitura que combina profundidade intelectual com uma escrita cuidadosamente elaborada, transitando entre ensaios, memórias e ficção literária. O catálogo apresenta obras que exploram temas como a complexidade das relações humanas, a busca por sentido em contextos históricos e sociais, e reflexões filosóficas sobre a maturidade e a condição humana. A narrativa varia entre o mais ensaístico e o mais narrativo, com textos que podem ser densos e contemplativos, como poemas extensos e meditações filosóficas, ou tensos e dramáticos, como romances que abordam conflitos pessoais e sociais. Em muitos casos, os livros propõem um diálogo entre passado e presente, revelando o impacto da história na vida individual e coletiva.
