
Título: How to Be an Atheist: Why Many Skeptics Aren't Skeptical Enough
Autor: Mitch Stokes
Sinopse: Atheists talk a lot about the importance of skepticism. But the truth is, they're not nearly skeptical enough. While atheists champion the importance of a critical stance toward religion, they often fail to take that same stance toward their own beliefs. This double standard results in grandiose claims about the certainty of their unbelief--which is logically inconsistent at best and intellectually dishonest at worst. Turning atheists' skepticism around on their own naturalist worldview, philosopher Mitch Stokes critically examines two things that such skeptics hold dear--science and morality--and reveals deep inconsistencies among their most cherished beliefs, inconsistencies that threaten to undo atheism itself.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How to Be an Atheist: Why Many Skeptics Aren’t Skeptical Enough”, de Mitch Stokes, publicado pela editora Crossway, em 2016 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Crossway
Páginas: 256
Ano: 2016
Edição: Illustrated
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781433542985
ISBN13: 9781433542985
Sobre a editora
Os livros da editora Crossway oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, especialmente para leitores interessados em aprofundar a compreensão bíblica e teológica. O catálogo privilegia Bíblias em formatos variados, desde edições para estudantes e crianças até versões para estudo detalhado, com recursos como notas explicativas, mapas, perfis de personagens e artigos temáticos. Além disso, há obras que abordam apologética, espiritualidade prática e questões contemporâneas sob uma perspectiva cristã, com linguagem clara e didática. A presença de materiais que estimulam a reflexão criativa, como Bíblias para journaling e cadernos com ilustrações artísticas, também marca a diversidade editorial da Crossway.
