
Título: How to See: Looking, Talking, and Thinking about Art
Autor: David Salle
Sinopse: How does art work? How does it move us, inform us, challenge us? Internationally renowned painter David Salle’s incisive essay collection illuminates the work of many of the most influential artists of the twentieth century. Engaging with a wide range of Salle’s friends and contemporaries―from painters to conceptual artists such as Jeff Koons, John Baldessari, Roy Lichtenstein, and Alex Katz, among others―How to See explores not only the multilayered personalities of the artists themselves but also the distinctive character of their oeuvres. Salle writes with humor and verve, replacing the jargon of art theory with precise and evocative descriptions that help the reader develop a personal and intuitive engagement with art. The result: a master class on how to see with an artist’s eye.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How to See: Looking, Talking, and Thinking about Art”, de David Salle, publicado pela editora W. W. Norton & Company, em 2016 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: W. W. Norton & Company
Páginas: 288
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0393248135
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora W. W. Norton & Company oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente apresentando obras que dialogam com história, ciência e cultura contemporânea. O catálogo revela uma tendência a publicar textos que exploram temas complexos, como política, economia global, biografias detalhadas e debates filosóficos, sempre com um olhar que privilegia a profundidade e o contexto. As narrativas podem variar do ensaio crítico ao relato documental, incluindo também memórias e análises históricas, com um tom que ora é didático, ora reflexivo, mas sempre fundamentado em pesquisa sólida. Essa diversidade permite ao leitor transitar entre obras que são mais narrativas e outras que adotam um formato mais informativo e analítico.
