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How to Survive Without Psychotherapy

Título: How to Survive Without Psychotherapy

Autor: David Smail

Sinopse: This book is directly aimed at sufferers of mental distress. The book's aim is to remove from sufferers the burden of 'fault' for their pain and to demystify some of the practices that surround the 'treatment' of mental illness. It is not exactly a self-help book because it is a false claim of any 'treatment' of mental illness that 'cure' can be brought about by exercise of will. Much of what causes mental distress is lack of power and resource, outside the control of the sufferer. Surviving without psychotherapy involves the appreciation of several things. First, the limited nature of therapeutic assistance - whilst clarification and support may help the sufferer understand his/her predicament and encourage the use of what resources the sufferer has, therapy cannot change the distal root causes of distress. Second, that only socio-political solutions can address some of the most powerful causes of distress, e.g., redundancy, housing and poverty. In sounding a cautionary note about psychoanalysis, Smail observes that mental distress is far more about money than sex.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “How to Survive Without Psychotherapy”, de David Smail, publicado pela editora Routledge, em 2018 e com 254 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Routledge

Páginas: 254

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Routledge costumam oferecer leituras densas e fundamentadas, que transitam entre análises sociais, históricas e filosóficas com rigor acadêmico. O catálogo apresenta obras que exploram temas complexos como dinâmicas culturais, teorias sociais, políticas públicas, estudos de gênero, filosofia da arte e mediações culturais, frequentemente com um tom analítico e interdisciplinar. As narrativas são mais informativas e reflexivas do que ficcionais, com textos que demandam atenção ao desenvolvimento de argumentos e conceitos, e que dialogam com debates contemporâneos em várias áreas do conhecimento. Há, portanto, uma predominância de obras que privilegiam o aprofundamento teórico e a contextualização histórica, com linguagem clara, porém densa, adequada a leitores interessados em estudos acadêmicos e profissionais.

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