
Título: Hypersensibles
Autor: Saverio Tomasella
Sinopse: Vous a-t-on deja dit que vous etiez a vif ou a cran, caracteriel, prise de tete, douillet ? S'est-on deja moque de vos acces de larmes, de votre impulsivite ou, au contraire, vous a-t-on reproche vos silences et votre difficulte a communiquer vos sentiments ? Oui ? Il se peut que vous soyez hypersensible ... Comprendre l'hypersensibilite, ce qu'elle est, ce qu'elle n'est pas, a travers de nombreux temoignages. Decouvrir quelles en sont les sources possibles (blessures d'enfance, exigences familiales, traumatismes...). Considerer son extreme sensibilite comme un tresor a partager et apprendre a vivre ses emotions. Saverio Tomasella est psychanalyste et docteur en sciences humaines, fondateur du Centre d'etudes et de recherches en psychanalyse. Auteur de plusieurs ouvrages, il a notamment recu en 2012 le prix Nicolas Abraham et Maria Torok pour Renaitre apres un traumatisme.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Hypersensibles”, de Saverio Tomasella, publicado pela editora Le Livre de Poche, em 2016 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le Livre de Poche
Páginas: 224
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9782253176886
ISBN13: 9782253176886
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
