
Título: I Am Not Your Negro
Autor: James Baldwin, Raoul Peck
Sinopse: NATIONAL BESTSELLER • In his final years, one of America’s greatest writers envisioned a book about his three assassinated friends, Medgar Evers, Malcolm X, and Martin Luther King. His deeply personal notes for the project had never been published before acclaimed filmmaker Raoul Peck mined them to compose his Academy Award-nominated documentary.
“Thrilling…. A portrait of one man’s confrontation with a country that, murder by murder, as he once put it, ‘devastated my universe.’” —The New York Times
Peck weaves these texts together, brilliantly imagining the book that Baldwin never wrote with selected published and unpublished passages, essays, letters, notes, and interviews that are every bit as incisive and pertinent now as they have ever been. Peck’s film uses them to jump through time, juxtaposing Baldwin’s private words with his public statements, in a blazing examination of the tragic history of race in America.
This edition contains more than 40 black-and-white images from the film.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “I Am Not Your Negro”, de James Baldwin, Raoul Peck, publicado pela editora Vintage, em 2017 e com 118 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Vintage
Páginas: 118
Ano: 2017-02-07
Edição: Media tie-in
Linguagem: en
ISBN: 0525434690
ISBN13: 9780525434696
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
