
Título: I BARBARI: SAGGIO SULLA MUTAZIONE
Autor: Alessandro Baricco
Sinopse: "Dovendo riassumere, direi questo: tutti a sentire, nell'aria, un'incomprensibile apocalisse imminente; e, ovunque, questa voce che corre: stanno arrivando i barbari. Vedi menti raffinate scrutare l'arrivo dell'invasione con gli occhi fissi nell'orizzonte della televisione. Professori capaci, dalle loro cattedre, misurano nei silenzi dei loro allievi le rovine che si è lasciato dietro il passaggio di un'orda che, in effetti, nessuno però è riuscito a vedere. E intorno a quel che si scrive o si immagina aleggia lo sguardo smarrito di esegeti che, sgomenti, raccontano una terra saccheggiata da predatori senza cultura. I barbari, eccoli qua. Ora: nel mio mondo scarseggia l'onestà intellettuale, ma non l'intelligenza. Non sono tutti ammattiti. Vedono qualcosa che c'è. Ma quel che c'è, io non riesco a guardarlo con quegli occhi lì. Qualcosa non mi torna." (Alessandro Baricco)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “I BARBARI: SAGGIO SULLA MUTAZIONE”, de Alessandro Baricco, publicado pela editora Feltrinelli, em 2008 e com 213 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Feltrinelli
Páginas: 213
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: italiano
ISBN: 8807720248
ISBN13: 9788807720246
Sobre a editora
Os livros da editora Feltrinelli oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o íntimo e o histórico, o real e o metafórico. As obras frequentemente exploram conflitos humanos profundos, como a solidão, a perda e a busca por sentido, em cenários que vão desde ambientes urbanos contemporâneos até contextos históricos e geopolíticos complexos. O catálogo sugere uma predileção por textos que combinam uma escrita cuidadosa e envolvente, ora com ritmo mais introspectivo e psicológico, ora com um tom investigativo e jornalístico. Há também espaço para narrativas que dialogam com a memória coletiva e questões sociais, além de incursões em temas filosóficos e existenciais.
