
Título: I Married a Communist
Autor: Philip Roth
Sinopse: Radio actor Iron Rinn (born Ira Ringold) is a big Newark roughneck blighted by a brutal personal secret from which he is perpetually in flight. An idealistic Communist, a self-educated ditchdigger turned popular performer, a six-foot six-inch Abe Lincoln look-alike, he marries the nation's reigning radio actress and beloved silent-film star, the exquisite Eve Frame (born Chava Fromkin). Their marriage evolves from a glamorous, romantic idyll into a dispiriting soap opera of tears and treachery. And with Eve's dramatic revelation to the gossip columnist Bryden Grant of her husband's life of 'espionage' for the Soviet Union, the relationship enlarges from private drama into national scandal. Set in the heart of the McCarthy era, the story of Iron Rinn's denunciation and disgrace brings to harrowing life the human drama that was central to the nation's political tribulations in the dark years of betrayal, the blacklist, and naming names. I Married a Communist is an American tragedy as only Philip Roth can conceive one--fierce and funny, eloquently rendered, and politically accurate.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “I Married a Communist”, de Philip Roth, publicado pela editora Vintage, em 1999 e com 336 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 336
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0375707212
ISBN13: 9780375707216
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
