
Título: I Omega: Eu Ômega
Autor: Kari Gregg
Sinopse: Depois de uma noite alucinante, com um desconhecido num bar de BDSM, a sua vida mudou, para sempre. Gabriel vive na rua, como um vagabundo, para enganar o Amo que o persegue, mas o lobo shifter é um feroz e obstinado predador, que o reclama rapidamente. Gabriel é levado para o território da manada para ser instruído sobre o que significa ser o mascote do Alfa. Todavia, Gabriel não é um mascote qualquer. Ele é o mais raro entre os da sua classe: é um Ômega humano. Valorizado? Ou amaldiçoado? Enquanto o pai de Gabriel, um distinto cavalheiro da Pennsylvania e forte apoiante do partido conservador, investe consideráveis recursos ao seu dispor, para localizar o seu filho desaparecido, Gabriel explora o quê e quem ele é, sob a cuidadosa proteção do seu Amo. Gabriel se apaixona pelo lobo, que é, simultaneamente, o seu amante e o seu destruidor, seu dono e seu... amigo?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “I Omega: Eu Ômega”, de Kari Gregg, publicado pela editora Loose Id, em 2011 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loose Id
Páginas: 224
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 1611185637
ISBN13: 9781611185638
Sobre a editora
Os livros da editora Loose Id convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por relações humanas intensas e conflitos emocionais profundos, muitas vezes em contextos contemporâneos com toques de fantasia ou suspense. As histórias apresentam personagens que enfrentam dilemas internos e externos, como o medo da rejeição, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso permeado por um clima de tensão afetiva e desejo. O catálogo sugere uma preferência por enredos que exploram a complexidade das relações amorosas, frequentemente com múltiplos protagonistas e dinâmicas que oscilam entre o drama e momentos de leveza ou humor. O tom varia do íntimo e reflexivo ao erótico e provocativo, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto contemplativo, dependendo da obra.
