
Título: I Shot the Buddha
Autor: Colin Cotterill
Sinopse: "Laos, 1979: Retired coroner Siri Paiboun and his wife, Madame Daeng, have never been able to turn away a misfit. As a result, they share their small Vientiane house with an assortment of homeless people, mendicants, and oddballs. One of these oddballs is Noo, a Buddhist monk, who rides out on his bicycle one day and never comes back, leaving only a cryptic note in the refrigerator. Realizing that he needs rescuing, Siri and Daeng sneak illegally across the Mekhong River to Thailand, trying to track their missing monk-friend down and figure out who has kidnapped him. Their adventure runs them afoul of Lao secret service officers, famous spiritualists, charismatic abbots, and even a man who might be the reincarnation of the Buddha himself. Buddhism is a powerful influence on both morals and politics in Southeast Asia--to get their friend back, Siri and Daeng will have to figure out who is cloaking their terrible misdeeds in religiosity"--
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “I Shot the Buddha”, de Colin Cotterill, publicado pela editora Soho Crime, em 2016 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Soho Crime
Páginas: 352
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781616957223
Sobre a editora
Os livros da editora Soho Crime conduzem o leitor a universos onde o mistério e a investigação policial se entrelaçam com tensões sociais e políticas. O catálogo apresenta narrativas que exploram desde espiões caídos em desgraça em Londres até detetives em meio a conspirações urbanas e rurais, com personagens complexos e ambientes densos. O tom varia entre o suspense tenso e o humor ácido, com ritmo que ora acelera em thrillers eletrizantes, ora desacelera para mergulhos mais introspectivos. Há obras que destacam conflitos pessoais intensos, como laços familiares ameaçados, e outras que exploram o submundo do crime organizado, sempre com atenção a detalhes históricos ou culturais. Essa diversidade sugere um interesse editorial em histórias que combinam investigação rigorosa com ambientações realistas e personagens multifacetados.
