
Título: Ich und Kaminski
Autor: Daniel Kehlmann
Sinopse: Mit kleineren Gelegenheitsarbeiten schlägt sich Sebastian Zöllner nach seinem Kunstgeschichtsstudium so durch, aber nun hat er einen ganz großen Fisch an der Angel: Er schreibt die Biographie des Malers Kaminski, der, entdeckt und gefördert einst von Matisse und Picasso, durch eine Pop-Art-Ausstellung, seine dunkle Brille und die Bildunterschrift "Painted by a blind man" weltberühmt wurde. Inzwischen lebt Kaminski zurückgezogen in den Alpen und ist ein wenig in Vergessenheit geraten. Soll die Biographie noch rechtzeitig zum Ableben fertig werden, und dieser Termin läßt natürlich größere Aufmerksamkeit erwarten, dann ist Eile geboten. Zöllner, der zunächst mit alten Freunden und Feinden, mit Sammlern und Galeristen gesprochen hat, macht sich zum Objekt seiner Begierde auf den Weg, um exklusive O-Töne zu bekommen. Womit er nicht gerechnet hat: Kaminski ist abgeschirmt durch ein ganzes Heer von Vertrauten, und als es dem Biographen endlich trickreich gelingt, die Bewacher loszuwerden und den Maler auf eine tagelange Reise im Auto mitzunehmen, erkennt er, daß er dem Alten, blind oder auch nicht, in keiner Weise gewachsen ist.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ich und Kaminski”, de Daniel Kehlmann, publicado pela editora Suhrkamp, em 2003 e com 174 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Suhrkamp
Páginas: 174
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: alemão
ISBN: 3518413953
ISBN13: 9783518413951
Sobre a editora
Os livros da editora Suhrkamp costumam apresentar narrativas densas que exploram conflitos históricos, filosóficos e existenciais, muitas vezes ambientados em contextos europeus marcados por guerras e transformações sociais. A leitura frequentemente envolve um tom reflexivo e por vezes melancólico, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e coletivos em meio a crises políticas ou culturais. Há obras que se aproximam do relato fragmentado e intimista, enquanto outras adotam uma abordagem mais analítica e discursiva, como correspondências profundas ou ensaios sobre arte e pensamento. O catálogo revela uma predileção por textos que desafiam o leitor a acompanhar tensões entre memória, identidade e a complexidade das relações humanas.
