
Título: Idanre and Other Poems
Autor: Wole Soyinka
Sinopse: One long poem and an eclectic mix of short poems from the Nobel Prize-winning Nigerian playwright, novelist, poet, and polemical essayist Wole Soyinka. Wole Soyinka is one of Africa's outstanding writers. He is already well known in the United States as a playwright; two of his plays, The Trials of Brother Jero and Kongi's Harvest, were produced off-Broadway in New York. A number of his plays and a novel have been published but so far only a handful of his poems have appeared in anthologies and journals. This collection consists of a long poem and a number of shorter ones. Idanre, the long one, was written especially for the Commonwealth (British) Arts Festival (1965) and is a creation myth of Ogun, the Yoruba God of Iron. The other poems range from a meditation on the news of the October Massacres in Northern Nigeria (1966) to a wry lament To My First White Hairs and the love poem Psalm.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Idanre and Other Poems”, de Wole Soyinka, publicado pela editora Hill and Wang, em 1968 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hill and Wang
Páginas: 88
Ano: 1968
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Hill and Wang costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor histórico e narrativas visuais impactantes, frequentemente explorando temas de conflito político, memória e identidade cultural. O catálogo revela obras que transitam entre o ensaio histórico detalhado e adaptações gráficas que ampliam o alcance de clássicos literários, criando atmosferas densas e por vezes inquietantes. Há uma atenção clara à complexidade dos contextos, seja no cenário da Guerra Fria, nas tensões do Oriente Médio ou nas histórias pessoais marcadas por grandes eventos históricos. O tom varia do didático e analítico ao emotivo e pessoal, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do enfoque da obra.
