
Título: Igreja E Convento De São Francisco
Autor: Na
Sinopse: (Author: Flexor Maria Helena O) Este livro apresenta a Igreja e Convento de São Francisco da Bahia, construídos entre 1686 e 1708 e apontado por estudiosos como uma das mais significativas expressões do estilo barroco no Brasil. Retrata um dos mais admiráveis conjuntos de arquitetura e arte religiosa das Américas e seu precioso acervo de pinturas, esculturas, mobiliário, talha e azulejaria. O livro traz grande número de imagens do monumento, com destaque para o interior da "igreja de ouro", marco insuperável do barroco monumental. A obra é composta por 10 ensaios de intelectuais franciscanos e de universidades brasileiras e do exterior. Aborda também o trabalho dos franciscanos, intensamente presentes e atuantes na Bahia a partir de 1587 narrando os principais acontecimentos que marcaram a chegada e a atuação dos religiosos na sociedade baiana. O projeto que deu origem ao livro foi um dos vencedores do Prêmio Clarival do Prado Valladares, da Odebrecht no concurso de 2007.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Igreja E Convento De São Francisco”, de Na, publicado pela editora Versal, em 2009 e com 465 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Versal
Páginas: 465
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: pt-br
ISBN: 9788589309240
ISBN13: 9788589309240
Sobre a editora
Os livros da editora Versal propõem uma experiência de leitura que combina reflexão profunda e narrativa detalhada, frequentemente ancorada em contextos históricos, filosóficos e biográficos. O catálogo privilegia obras que exploram trajetórias pessoais e coletivas, como a vida de políticos, empresários e pensadores, além de textos que discutem fundamentos do trabalho, da escrita e da gestão. A linguagem tende a ser clara e precisa, com um ritmo que permite tanto a imersão em análises quanto a apreciação de relatos mais líricos ou documentais. Há também espaço para abordagens críticas, como a revisão de conceitos médicos e sociais, e para registros culturais e regionais, como histórias de bairros ou paisagens urbanas.
