
Título: Il n'y a pas d'amour parfait
Autor: Francis Wolff
Sinopse: ’amour a inspiré les chants les plus déchirants, les meilleurs romans et les pires, des comédies irrésistibles, des tragédies bouleversantes. Il est possible d’y ajouter quelques considérations philosophiques. Des préliminaires, seulement. Non à l’amour (le philosophe n’a là-dessus aucune expertise), mais à son concept (c’est son domaine, dit-on). L’amour n’est ni l’amitié, ni le désir, ni la passion. C’est la fusion improbable de ces tendances opposées. Car les composantes de l’amour ne jouent pas collectif, tel est le drame, et la grandeur, de l’amour. C’est parce qu’il est de nature hétérogène, donc instable, qu’il est le moteur tout-puissant de tant d’histoires, grandioses ou banales, dans les littératures universelles et dans nos vies ordinaires. Francis Wolff est philosophe, professeur émérite au département de philosophie de l’École normale supérieure de la rue d’Ulm. Il est notamment l’auteur, chez Fayard, Pourquoi la musique ? (2015).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Il n’y a pas d’amour parfait”, de Francis Wolff, publicado pela editora Fayard, em 2016 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Fayard
Páginas: 72
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2213701733
ISBN13: 9782213701738
Sobre a editora
Os livros da editora FAYARD costumam oferecer uma leitura que combina rigor histórico e análise cultural detalhada, frequentemente centrada em períodos como a Idade Média, o século XVIII e o mundo moderno. A experiência de leitura é marcada por narrativas que exploram relações de poder, identidades sociais e transformações culturais, com um tom que varia entre o ensaístico e o biográfico. O catálogo sugere uma preferência por obras que investigam contextos históricos amplos, como a colonização, a política europeia e as tradições religiosas, sempre com uma linguagem que privilegia a reflexão crítica e o aprofundamento temático.
