
Título: Il palazzo delle pulci
Autor: Elif Shafak
Sinopse: Palazzo Bonbon, vecchio edificio signorile nel cuore di Istanbul, ha attraversato gli ultimi quarantenni di storia sacrificandovi inesorabilmente il proprio splendore: costruito a metà degli anni Sessanta da un ricco emigrato russo per la moglie pazza, oggi è un condominio fatiscente e infestato dagli insetti, abitato da un'umanità stravagante e coloratissima. C'è il narratore, un professore universitario che si divide equamente tra la passione per le donne e quella per Kierkegaard, c'è la misteriosa Amante Blu, c'è la stramba Igiene Tijen con la figlioletta Su, c'è la vecchia Madama Zietta, che custodisce il segreto del terribile odore che appesta il palazzo. A fare da sfondo alle intricate vicende e alle ossessioni degli inquilini, Istanbul, città vitale e inquieta, tenacemente sospesa tra modernità e tradizione.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Il palazzo delle pulci”, de Elif Shafak, publicado pela editora Rizzoli, em 2008 e com 491 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rizzoli
Páginas: 491
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788817021760
ISBN13: 9788817021760
Sobre a editora
Os livros da editora Rizzoli costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla elegância visual e narrativa cuidadosa, com forte atenção a detalhes e contextos humanos. O catálogo apresenta obras que exploram desde a arquitetura tradicional adaptada à vida contemporânea até relatos íntimos e provocativos da vida social e cultural, passando por investigações criminais densas e reflexões sobre temas como o feminismo e o design de interiores. A linguagem varia entre o didático e o narrativo, com ritmo que pode ser contemplativo, como em livros de fotografia e design, ou tenso e envolvente, como em romances policiais e biografias. O material de apresentação indica uma predileção por histórias que dialogam com a vida real, seja por meio de retratos pessoais, contextos históricos ou estudos sociais.
