
Título: Il ragazzo di Berlino
Autor: Paul Dowswell
Sinopse: Germania, 1972. Alex Ostermann vive con la sua famiglia a Berlino Est. I genitori hanno credenziali irreprensibili per il regime, ma lui e sua sorella Geli non sposano interamente la propaganda sovietica e si "ostinano" a vedere del buono nella cultura occidentale. Alex è affascinato dalla musica rock, ascolta di nascosto i Rolling Stones e i Led Zeppelin e ha perfino formato una piccola band con i suoi amici. Geli, sempre vestita di nero e con le sue fotografie di edifici in rovina, mostra inclinazioni "decadenti". A casa, i genitori fingono di disapprovare le passioni dei figli, mentre l'unica a parlare in modo critico del regime è la nonna. Alla fine, l'eccessivo "individualismo" dei ragazzi, pericoloso per la "causa socialista", attira l'attenzione della Stasi, che comincia a tenerli d'occhio. Quando le pressioni diventano insopportabili, la famiglia Ostermann riesce a fuggire dalla DDR, ma a un prezzo che Alex e Geli non sono disposti a pagare. Età di lettura: da 12 anni.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Il ragazzo di Berlino”, de Paul Dowswell, publicado pela editora Feltrinelli, em 2011 e com 237 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Feltrinelli
Páginas: 237
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788807921766
ISBN13: 9788807921766
Sobre a editora
Os livros da editora Feltrinelli oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o íntimo e o histórico, o real e o metafórico. As obras frequentemente exploram conflitos humanos profundos, como a solidão, a perda e a busca por sentido, em cenários que vão desde ambientes urbanos contemporâneos até contextos históricos e geopolíticos complexos. O catálogo sugere uma predileção por textos que combinam uma escrita cuidadosa e envolvente, ora com ritmo mais introspectivo e psicológico, ora com um tom investigativo e jornalístico. Há também espaço para narrativas que dialogam com a memória coletiva e questões sociais, além de incursões em temas filosóficos e existenciais.
