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Ilusões Constitucionalistas

Título: Ilusões Constitucionalistas

Autor: V. I. Lenin

Sinopse: "A questão da Assembléia Constituinte devia surgir, natural e inevitavelmente, no nosso movimento revolucionário. Para varrer definitivamente os restos das velhas instituições feudais da Rússia autocrática, para estabelecer a ordem com que se deverá governar a nova Rússia livre, é possível imaginar outra forma mais cabal e conseqüente do que a da convocação duma Assembléia Constituinte de todo o povo? É certo que a vida raras vezes realiza totalmente as palavras de ordem de forma acabada e conseqüente, pelo contrário, a vida introduz, quase sempre, muito de imprevisto, de complexo, que complica e baralha o desenlace, misturando o velho e o novo. Mas todo aquele que deseja sinceramente acabar com o que é velho e sabe como conseguir este propósito, deve determinar com clareza o significado da Assembléia Constituinte e lutar com todas as suas forças pela sua realização no seu aspecto mais puro e completo" (V. I. LENIN)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ilusões Constitucionalistas”, de V. I. Lenin, publicado pela editora Kairós Livraria e Editora, em 1985 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Kairós Livraria e Editora

Páginas: 180

Ano: 1985

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de V. I. Lenin oferece um mergulho denso e rigoroso nas dinâmicas do capitalismo e da revolução. O tom é predominantemente analítico e combativo, com uma prosa que varia entre o ensaio teórico detalhado e a argumentação política direta. A tensão se constrói na interseção entre a crítica incisiva ao sistema capitalista e a proposta de transformação social radical, envolvendo o leitor em questões sobre poder, classe e mudança histórica. Em alguns momentos, a escrita se mostra mais densa e técnica, exigindo atenção cuidadosa, enquanto em outros há um ritmo mais urgente e militante. O foco está na articulação entre teoria e prática política, com personagens coletivos como classes sociais e movimentos revolucionários, mais do que em narrativas individuais. Essa experiência convida o leitor a refletir sobre as contradições do capitalismo e as possibilidades de sua superação, traçando um panorama que é ao mesmo tempo intelectual e estratégico.

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