
Título: Imortalidades
Autor: Eduardo Giannetti
Sinopse: Reunindo microensaios finamente articulados que transitam do pensamento à literatura e da narrativa à reflexão, Imortalidades analisa os méritos e limites da busca pela vida eterna. Pode a morte ser vencida? Tudo que vive se aferra à vida. O desejo de perenizar-se, nesta ou em outra vida, é a continuação do instinto de sobrevivência por outros meios. Religiosos ou seculares, os projetos e vislumbres de vida eterna remontam à mais antiga ancestralidade do animal humano — e permanecem vivíssimos em nossos dias. Como se manifesta na experiência humana, em diferentes épocas e culturas, a ambição de transcender à transitoriedade do corpo e aos caprichos do acaso? Como buscamos projetar a nossa existência para além da nossa finitude? O que é feito de quem se foi? E o que podem nos dizer a filosofia, a ciência e as religiões face ao doloroso enigma da morte, que da vida o nó desata? O tema central de não é a morte, mas a afirmação da vida — o desejo de ser para além de si.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Imortalidades”, de Eduardo Giannetti, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2025 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 432
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535940766
ISBN13: 9788535940763
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
