
Título: Imperial Spain 1469-1716
Autor: John Huxtable Elliott
Sinopse: Since its first publication, J. H. Elliott's classic chronicle has become established as the most comprehensive, balanced, and accessible account of the dramatic rise and fall of imperial Spain. Now with a new preface by the author, this brilliant study unveils how a barren, impoverished, and isolated country became the greatest power on earth—and just as quickly fell into decline.At its greatest Spain was a master of Europe: its government was respected, its armies were feared, and its conquistadores carved out a vast empire. Yet this splendid power was rapidly to lose its impetus and creative dynamism. How did this happen in such a short space of time? Taking in rebellions, religious conflict and financial disaster, Elliott's masterly social and economic analysis studies the various factors that precipitated the end of an empire.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Imperial Spain 1469-1716”, de John Huxtable Elliott, publicado pela editora Penguin Books, em 2002 e com 429 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 429
Ano: 2002
Edição: 2nd
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780141007038
ISBN13: 9780141007038
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
