
Título: Imprensa negra no Brasil do século XIX
Autor: Ana Flávia Magalhães Pinto
Sinopse: Ao longo do século XIX, indivíduos e grupos negros letrados criaram espaços na imprensa para tratar dos assuntos que consideravam importantes e expor suas ideias sobre os rumos do país. Experiências cotidianas e variadas de enfrentamento do racismo, a criação de redes de sociabilidade e o uso de instrumentos legais para promover a cidadania foram registradas nas páginas de jornais assinados por "homens de cor" e dirigidos a eles. Ao ressaltar momentos marcantes da imprensa negra oitocentista, este livro debate as formas de resistência negra e contribui para o enfrentamento da discriminação racial no Brasil. Num momento em que nosso país depara com temas polêmicos, como o Estatuto da Igualdade Racial e as cotas em universidades, a Coleção Consciência em Debate pretende discutir assuntos prementes que interessam não somente aos movimentos negros como a todos os brasileiros. Fundamental para educadores, pesquisadores, militantes e estudantes de todos os níveis de ensino. Coordenação de Vera Lúcia Benedito.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Imprensa negra no Brasil do século XIX”, de Ana Flávia Magalhães Pinto, publicado pela editora Selo Negro Edições, em 2010 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Selo Negro Edições
Páginas: 184
Ano: 2010
Edição: Comunicacao
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8587478419
ISBN13: 9788587478412
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 17,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 0,96
Sobre a editora
Os livros da editora Selo Negro Edições convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a história, a cultura e as lutas do povo negro, com um olhar que transita entre o passado ancestral e os desafios contemporâneos. As obras frequentemente abordam temas como racismo estrutural, identidade, educação e resistência, construídos a partir de pesquisas, relatos e análises críticas. O tom dos textos varia entre o ensaístico e o biográfico, com relatos que trazem tanto densidade documental quanto sensibilidade humana. O catálogo oferece uma experiência que combina rigor acadêmico com acessibilidade, contemplando desde reflexões políticas até manifestações culturais como a capoeira e os rituais afro-brasileiros.
