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Impuesto a la carne

Título: Impuesto a la carne

Autor: Diamela Eltit

Sinopse: Un hospital. Hordas de médicos. Enfermeras que trafican sangre. Grupos de fans. Enfermos vaciados de sus órganos. Impuesto a la carne funciona como una metáfora nacional de los últimos doscientos años, en la que será posible reconocer algunos de los pasajes más sórdidos de nuestra historia. Una crónica marginal que registra el tránsito de dos almas anarquistas por un espacio opresor. “Estamos tomadas de la mano, sentadas en la sala de espera después de una caminata agotadora. Mi mamá no ha cesado de imprecarme. Yo la entiendo y la apoyo. Mi madre le teme a la muerte, pero su verdadero terror es que yo quede sola en el mundo, sola sin ella. Yo no comprendo cómo podría vivir sin mi mamá, cómo sería mi existencia sin médicos ni enfermeras, sin dar mi sangre, sin estar sentada esperando que un médico me examine y después me asuste con darme muerte si no me pliego a sus órdenes y medicamentos.”. Elemento fundante de la novelística de Diamela Eltit, el cuerpo, en esta oportunidad, se convierte en el escenario en el que se despliegan las certezas y fisuras propias de la relación entre una madre y una hija. La autora se embarca en una lectura orgánica de la figura materna, esta vez no en clave simbólica, sino como un ente corpóreo y vivo que habita, literalmente, las entrañas de toda hija.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Impuesto a la carne”, de Diamela Eltit, publicado pela editora Planeta Chilena, em 2010 e com 190 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Planeta Chilena

Páginas: 190

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 9562475034

ISBN13: 9789562475037

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Diamela Eltit mergulha o leitor em atmosferas densas e tensionadas, onde o corpo e as relações de poder se entrelaçam de forma visceral. O ritmo varia entre momentos de introspecção lírica e passagens mais ásperas, quase claustrofóbicas, que refletem conflitos familiares e sociais intensos. A prosa costuma desdobrar-se em vozes fragmentadas, cartas ou monólogos que criam uma sensação de testemunho direto, aproximando o leitor da experiência íntima dos personagens. A narrativa explora temas como a opressão, a resistência e a construção do gênero, sempre com um olhar crítico e uma linguagem que desafia a linearidade e a estabilidade das verdades. Essa experiência é marcada por uma tensão constante entre o corporal e o político, o pessoal e o coletivo, que convida a refletir sobre as marcas da violência e da exclusão.

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