
Título: Incidente em Antares
Autor: Erico Verissimo
Sinopse: Numa sexta-feira 13, em 1963, sete pessoas morrem em Antares. Mas os coveiros estão em greve, e os defuntos, insepultos, vagam pela cidade vasculhando a intimidade de parentes e amigos. Em sua condição de fantasmas, podem denunciar à vontade os segredos dos mandantes locais. Em dezembro de 1963, uma sexta-feira 13, a matriarca Quitéria Campolargo arregala os olhos em sua tumba, imaginando estar frente a frente com o Criador. Mas logo descobre que está do lado de fora do cemitério da cidade de Antares, junto com outros seis cadáveres, mortos-vivos como ela, todos insepultos. Uma greve geral na cidade, à qual até os coveiros aderiram, impede o enterro dos mortos. Que fazer? Os distintos defuntos, já em putrefação, resolvem reivindicar o direito de serem enterrados - do contrário, ameaçam assombrar a cidade. Seguem pelas ruas e casas, descobrindo vilanias e denunciando mazelas. O mau cheiro exalado por seus corpos espelha a podridão moral que ronda a cidade. Em Incidente em Antares, Erico Verissimo faz uma sátira política contundente e hilariante que, mesmo lançada em 1971, em plena ditadura militar, não teve receio de abordar temas como tortura, corrupção e mandonismo. "Desta vez abri a veia da sátira e deixei seu sangue escorrer livre e abundantemente." - Erico Verissimo
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Incidente em Antares”, de Erico Verissimo, publicado pela editora Claro Enigma, em 2012 e com 496 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Claro Enigma
Páginas: 496
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788581660127
Sobre a editora
Os livros da editora Claro Enigma convidam a uma leitura que combina clareza e profundidade, com temas que vão desde questões ambientais urgentes até reflexões históricas e culturais. O catálogo apresenta obras que dialogam com o presente, como debates sobre mudanças climáticas e desafios sociais, mas também mergulham em narrativas do passado, incluindo história, filosofia e literatura brasileira. A linguagem costuma ser acessível, muitas vezes com um tom didático e ilustrativo, como em livros que usam quadrinhos para explicar filosofia ou guias práticos para jovens leitores. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos mais informativos e outros de natureza narrativa e poética, com ritmo que varia do fluido ao fragmentado, conforme o tema e público.
