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Indiana Jones e os Sete Véus

Título: Indiana Jones e os Sete Véus

Autor: Rob Mcgregor

Sinopse: Em 1925, uma conspiração paira sobre o mundo da Arqueologia: O explorador inglês Percy Fawcett acredita que, antes mesmo de Cristovão Colombo chegar à América, uma civilização descentes de celtas e druidas, nativos do norte da Europa, já teriam pisado no continente americano e começado o seu povoamento. A repercusão que esse estudo traria para o mundo, caso fosse comprovado, seria enorme, pois todos os historiadores, fossem eles liberais ou conservadores, teriam que desconsiderar tudo o que aprenderam até então e recomeçar uma nova pesquisa do zero. Tendo partido em 1924, quem se ocupou em defender as idéias de Fawcett foi Marcus Brody (já conhecido por aqueles que assistiram aos filmes), diretor do Museu de Arqueologia da cidade de Nova Iorque, que devido a sua posição quanto a esse assunto, era visto como uma piada por muitos arqueólogos e historiadores, dentre eles Bernard, um antigo patrão do jovem Indiana Jones. Recebendo inúmeras páginas repletas de relatos intrigantes do diário de Fawcett, sobre a sua busca da cidade perdida situada exatamente no interior da Amazônia, Brody convoca o arqueólogo Indiana Jones para ir até o Brasil e descobrir o paradeiro do coronel, já que esse, dias depois parou de enviar os relatos sobre sua missão para Brody. Indy por ser um explorador aberto a novas idéias, de fato considera a idéia- que para muitos é absurda- de que uma antiga civilização descendente dos povos nórdicos teriam habitado o continente americano, e é vendo uma letra em "Ogham" em uma das páginas do diário de Fawcett, escrita usada pelos celtas e druidas, representando a letra Z, que ele finalmente aceita a missão de ir à Floresta Amazônica, encontrar o coronel, e ainda descobrir a cidade perdida, a qual o próprio Fawcett acreditara que se chamava Z, e que sua população era composta por indivíduos ruivos, de olhos azuis, e de peles bronzeada. A única pista que Indy tem, no entanto, é que na página do diário de Fawcett está impressa a marca de um hotel de Salvador chamado Hotel Paraíso. Para isso, ele precisará ir até o Brasil, descobrir onde de fato fica esse hotel, e lá obter as informações necessárias sobre o paradeiro do coronel, e que relação aquele lugar tem com a sua missão à cidade perdida. Acompanhando de sua amável esposa Deirde Campbell, com quem se casou assim que se aproximava do Brasil de barco, Indy enfrentará muitos desafios... Além de pessoas que estão no seu encalço a fim de evitarem a sua busca, por conta de muitos gângsters que apostaram alto na Inglaterra pelo não retorno do coronel Fawcett, ele terá que lhe dar com uma tribo de canibais no meio da floresta, e entender um modelo de civilização que jamais vira na sua vida! Uma cidade onde os seus habitantes praticam a magia dos Sete Véus, e de onde ninguém sai vivo

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Indiana Jones e os Sete Véus”, de Rob Mcgregor, publicado pela editora Salamandra, em 1993 e com 235 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Salamandra

Páginas: 235

Ano: 1993

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8528100294

ISBN13: 9788528100297

    Sobre a editora

    Os livros da editora Salamandra trazem uma diversidade que vai do universo infantil ao jovem adulto, com um olhar atento para temas sociais e culturais. Muitas obras exploram a infância e a adolescência, seja em histórias que misturam fantasia e realidade, seja em narrativas que abordam diretamente questões do cotidiano, como convivência, identidade e direitos humanos. O tom varia entre o lúdico e o reflexivo, com textos que convidam à imaginação e outros que estimulam o pensamento crítico, sempre com uma linguagem acessível. O catálogo inclui desde livros ilustrados e álbuns visuais até romances e contos, alguns com ritmo mais leve e humor, outros com tensão e envolvimento emocional mais profundo. Salamandra parece apostar em obras que dialogam com leitores que buscam tanto entretenimento quanto conteúdo para reflexão.

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