
Título: Infância de Mentira
Autor: Louis Begley
Sinopse: Quando a Polônia é invadida pelas tropas nazistas, em 1939, um menino judeu vê desmoronar seu mundo protegido e, para salvar a pele, é obrigado a aprender as regras de sobrevivência em um mundo no qual as piores atrocidades têm livre curso. Ao lado de uma brilhante e atrevida tia, oculta sua origem e leva uma vida de dissimulação, fazendo-se passar por católico e morando em pensões e quartos alugados. Além de uma concisa obra-prima literária, Infância de mentira também é uma original reflexão sobre os efeitos do poder e do mal absolutos, que levaram ao extermínio sistemático de povos e populações em nosso século.Este extraordinário romance com que Louis Begley estreou na ficção obteve imediata consagração da crítica americana, sendo resenhado na capa da prestigiosa New York Times Book Review e, em seguida, eleito um dos dez melhores lançamentos de 1991.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Infância de Mentira”, de Louis Begley, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1992 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 168
Ano: 1992
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571642710
ISBN13: 9788571642713
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,208
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
