
Título: Infinitamente meu Marquês (Sempre amado #03)
Autor: Dawn Brower
Sinopse: Alguns contos de fadas são distorcidos. Como a filha de um duque, Lady Annalise Palmer deveria estar vivendo uma vida encantada, mas as aparências podem enganar. Seu pai garantiu que toda a sua vida não fosse preenchida com nada além de dor e sofrimento. A felicidade é uma emoção indescritível e o amor, é inexistente. Ela não tem motivos para acreditar que irá encontrar ambos. Ryan Simms, o marquês de Cinderbury, esteve sozinho por quase toda a sua vida. Depois que seu pai morreu, ele foi abandonado por seu avô e deixado sob os cuidados de sua malvada madrasta. Desde pequeno, ele aprendeu a não confiar em uma dama e, especialmente, nunca se apaixonar. São duas almas perdidas em busca da salvação. Juntos, eles podem ajudar um ao outro a se curar, se conseguirem acreditar na possibilidade da felicidade, para escapar do tormento que ambos sofreram, e, ao longo do caminho, descobrir um amor eterno.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Infinitamente meu Marquês (Sempre amado #03)”, de Dawn Brower, publicado pela editora Tektime, em 2019 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tektime
Páginas: 136
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Tektime apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o suspense policial, o romance de época e a fantasia urbana, com algumas incursões em temas contemporâneos como tecnologia e saúde mental. A experiência de leitura costuma envolver personagens em situações de conflito emocional intenso ou mistério, muitas vezes com um ritmo que equilibra tensão e desenvolvimento psicológico. As sinopses sugerem que o catálogo privilegia histórias com foco em personagens complexos, sejam eles detetives enfrentando casos difíceis, protagonistas em dilemas amorosos ou seres sobrenaturais lidando com deveres e paixões. Além disso, há obras que exploram reflexões pessoais e culturais, como mitos antigos e desafios sociais atuais, criando um contraste entre o mais narrativo e o mais informativo.
