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Infinite Resignation: On Pessimism

Título: Infinite Resignation: On Pessimism

Autor: Eugene Thacker

Sinopse: The author of the contemporary classic, In the Dust of This Planet, is back with another raw and unsettling look at the human condition. Comprised of aphorisms, fragments, and observations both philosophical and personal, Thacker’s new book traces the contours of pessimism, caught as it often is between a philosophical position and a bad attitude. Reflecting on the universe’s “looming abyss of indifference,” Thacker explores the pessimism of a range of philosophers, from the well-known (Nietzsche, Schopenhauer, Camus), to the lesser-known (E.M. Cioran, Lev Shestov, Miguel de Unamuno). Readers will find food for thought in Thacker’s handling of a range of themes in Christianity and Buddhism, as well as his engagement with literary figures (from Dostoevsky to Thomas Bernhard, Osamu Dazai, and Fernando Pessoa), whose pessimism about the world both inspires and depresses Thacker. By turns melancholic, misanthropic, and darkly funny, (“Birth is a metaphysical injury — healing takes time — the span of one's life”), many will find Infinite Resignation a welcome antidote to the exuberant imbecility of our times.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Infinite Resignation: On Pessimism”, de Eugene Thacker, publicado pela editora Repeater, em 2018 e com 397 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Repeater

Páginas: 397

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 1912248190

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Repeater convidam a uma leitura que atravessa temas contemporâneos com um olhar crítico e experimental. O catálogo apresenta obras que exploram desde a política do corpo e das identidades até as estruturas de poder em sociedades marcadas pelo controle e pela resistência. A linguagem costuma ser densa, com textos que misturam ensaio, crítica cultural e narrativa fragmentada, muitas vezes com um tom provocativo e reflexivo. A experiência de leitura é marcada por um ritmo que pode variar entre o mais conceitual e o mais narrativo, com abordagens que vão do histórico ao filosófico, sempre com um viés político e social evidente.

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