
Título: Intelectuais à brasileira
Autor: Sergio Miceli
Sinopse: Por mais abstrato e conceitual que o intelectual seja nas suas obras, ele ainda precisa garantir o concreto e prosaico leite das crianças. Intelectuais à Brasileira (Companhia das Letras), do sociólogo Sérgio Miceli, derruba a desgastada torre de marfim para escrutinar o mundo real em que os intelectuais ganham o pão de cada dia. No Brasil, esse mundo muitas vezes é a repartição pública. O livro reúne vários trabalhos que Miceli, professor da USP, desenvolveu sobre esse tema apaixonante. Na peça central do livro, Intelectuais e classe dirigente no Brasil (1920-1945), Miceli examina as estratégias de sobrevivência de vários escritores consagrados. Especialmente delicado é o problema da cooptação de intelectuais pelo Estado Novo. Quando o trabalho foi publicado pela primeira vez, em 1979, o poeta Carlos Drummond de Andrade acusou o golpe. Drummond, que ocupou cargo de confiança no Ministério da Educação no governo Vargas, respondeu de forma oblíqua em crônicas de jornal. Intelectuais à Brasileira não poderia ter aparecido em melhor hora: ainda que não fale diretamente do Brasil atual, é evidente a importância do tema para o país governado pelo ex-professor Fernando Henrique Cardoso. E é sobretudo um exemplo iluminado de pensamento autocrítico. Com seu belo livro, Sérgio Miceli conseguiu fazer a sociologia da sociologia
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Intelectuais à brasileira”, de Sergio Miceli, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2001 e com 435 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 435
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
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Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
