
Título: INTERBAU BERLIM 1957: HANSAVIERTEL - A CIDADE DO AMANHA
Autor: Mara Oliveira Eskinazi
Sinopse: Berlim passou, desde o segundo pós-guerra, por um processo urbano singular, decorrente do seu estado de destruição e posteriores divisão e reunificação. A cidade, que apresenta expressiva tradição de vanguarda arquitetônica, inaugurou em 1957 a Interbau, primeira Exposição Internacional de Arquitetura ocorrida após a Segunda Guerra Mundial. A exposição utilizou-se do lema "a cidade do amanhã" para reconstruir o Hansaviertel, bairro destruído pela guerra, e exemplificar o que de melhor a arquitetura e o urbanismo modernos ofereciam em termos de habitação social. Analisando a arquitetura e o urbanismo materializados no Hansaviertel, Interbau Berlim 1957: Hansaviertel - A Cidade do Amanhã retrata a viabilidade da coexistência, em um fragmento de cidade moderna, de distintas tipologias residenciais em vizinhança com uma série de equipamentos urbanos que, juntos, conferem ao bairro uma atraente diversidade tipológica e funcional. Assim, ao mesmo tempo que exemplifica as diferentes alternativas que se apresentam para habitar em uma cidade moderna, mostra que a Interbau apresenta uma série de diferenças com relação às visões mais simplificadoras do urbanismo moderno.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “INTERBAU BERLIM 1957: HANSAVIERTEL – A CIDADE DO AMANHA”, de Mara Oliveira Eskinazi, publicado pela editora Ponteio, em 2011 e com 306 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ponteio
Páginas: 306
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8564116081
ISBN13: 9788564116085
Sobre a editora
Os livros da editora PONTEIO convidam a uma leitura que transita entre o rigor analítico e a sensibilidade poética, revelando um catálogo que explora desde a arquitetura urbana até as complexidades das relações sociais e identitárias brasileiras. Há obras que abordam temas densos como o racismo, a nostalgia histórica e a realidade das periferias, enquanto outras investem em narrativas mais intimistas, como a infância e a poesia contemporânea. O ritmo das obras varia entre textos reflexivos e relatos que trazem uma tensão social palpável, com uma linguagem que ora é direta e documental, ora lírica e simbólica. O material de apresentação indica uma diversidade que oscila entre o ensaio crítico e a narrativa afetiva, contemplando leitores interessados em entender as camadas culturais e políticas da sociedade.
