
Título: Interlúdio em San Vicente
Autor: João Silvério Trevisan
Sinopse: Em 1976, João Silvério Trevisan retorna ao Brasil, depois de alguns anos repartidos entre mais de dez países latino-americanos e a Califórnia. A volta desse exílio voluntário inspira o autor a celebrar um pacto com a literatura, num gesto que selou o ponto de encontro entre a arte e a vida, com o primeiro livro de contos publicado Interlúdio em San Vicente: testamento de Jônatas deixado a David. A obra narra roteiros de viagem, coincidentes com os do escritor, e tem como pano de fundo uma América Latina de múltiplas perplexidades e ditaduras intercambiáveis. Trata-se de um livro que o autor pretende que seja visto como esboço do próximo que, por sua vez, esboçará o seguinte, num processo de eterno avanço/recuo, com inacabamento de retoques incessantes. Os vinte textos que o compõem revelam o traço de uma escrita que resulta da possibilidade de manter a conjunção entre literatura e biografia. Rosemário da Costa Cruz
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Interlúdio em San Vicente”, de João Silvério Trevisan, publicado pela editora Brasiliense, em 1976 e com 150 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Brasiliense
Páginas: 150
Ano: 1976
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora BRASILIENSE convidam a uma imersão em temas históricos, sociais e culturais com abordagem analítica e narrativa densa. O catálogo privilegia obras que exploram desde a formação das cidades e sistemas econômicos até movimentos sociais e transformações políticas, sempre com um olhar crítico e fundamentado. A leitura costuma exigir atenção aos processos históricos e sociais, com textos que mesclam didatismo e reflexão, abordando desde o feudalismo até a industrialização e lutas operárias. Há também espaço para narrativas que exploram memórias pessoais e coletivas, às vezes com um tom mais intimista ou literário, o que indica uma diversidade que vai do ensaio histórico ao relato ficcional e poético.
