
Título: Introdução à história da igreja
Autor: Marcel Chappin
Sinopse: Seguindo as determinações da Dei Verbum, esta introdução procura mostrar que quem estuda teologia deve conhecer também a história da Igreja: a historicidade da própria revelação e da teologia o exigem, a adoção das categorias históricas pela teologia e os novos métodos que daí resultam o impõem. Deve-se constatar que o estudo da história da Igreja, leva ao progresso teológico. A história da Igreja, que hoje deve ser escrita à luz da Lumen gentium, é igualmente relevante para a formação eclesiale poderá fortalecer no cristão a identidade com o passado, oferecer inspiração para o presente e dar esperança para o futuro.Este ensaio trata também de outros temas. Quem estuda a história da Igreja deve ter consciência dos fatores que condicionam a pesquisa, os quais podem ser agrupados sob três palavras-chave: a pessoa do historiador, as fontes da historiografia e as estruturas da história. O difícil problema dos juízos morais encontra uma solução no único critério da dignidade humana. A presença de Deus na história dos homens pode ser concebida, seguindo Paulo VI na encíclica Ecclesiam suam, nos termos do diálogo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Introdução à história da igreja”, de Marcel Chappin, publicado pela editora edições loyola, em 1999 e com 143 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: edições loyola
Páginas: 143
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8515018683
ISBN13: 9788515018680
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
