
Título: Introdução à Mística Judaica
Autor: Walter Rehfeld
Sinopse: Da contracapa: “Este livro é o produto de uma série de palestras proferidas pelo Professor Rehfeld durante o curso de Introdução à Mística Judaica que se realizou na FAAP -Faculdades Armando Álvares Penteado, entre abril e junho de 1985, por iniciativa e com a cooperação da Associação Universitária de Cultura Judaica. Focalizando o amplo espectro das manifestações do misticismo judaico, que encontra expressões já nas visões do Profeta Ezequiel, o Professor Rehfeld demonstra como a busca da experiência direta do divino — a Cognitio Dei Experimentalis, segundo Tomás de Aquino — corre numa via paralela dentro do pensamento e prática religiosas judaicas, arrastando poucos escolhidos em práticas herméticas ou grandes massas em movimentos pseudomessiânicos. Nestes dez capítulos o leitor será introduzido no universo místico judaico, seus símbolos, sua linguagem. Vai perceber, no decorrer do texto, as similitudes e diferenças entre este misticismo e as tradições místicas de outras culturas. Da visão do trono de Ezequiel até o Chassidismo polonês — seu mais recente desdobramento — o leitor é introduzido num universo simbólico riquíssimo e variado que a cultura judaica deixa como legado à cultura universal.”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Introdução à Mística Judaica”, de Walter Rehfeld, publicado pela editora Ícone, em 1986 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ícone
Páginas: 104
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora ICONE reúnem uma variedade de temas que transitam entre o universo do conhecimento acadêmico, espiritualidade e narrativas de vida. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em reflexões profundas, seja na abordagem didática de áreas como educação física e direito, seja na imersão em relatos pessoais e culturais que trazem à tona tradições, memórias e lutas sociais. O tom varia entre o informativo e o contemplativo, com obras que combinam rigor teórico com relatos detalhados, criando um ritmo que tanto pode ser denso e analítico quanto acessível e envolvente.
